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Livros para adiar o fim do mundo

Um cantinho para "falar" de livros, para trocar ideias, para descobrir o próximo livro a ler.

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Livros para adiar o fim do mundo

11
Abr20

#15/2020 - A minha avó pede desculpa, Fredrik Backman

livrosparaadiarofimdomundo

Wook.pt - A minha avó pede desculpa

Editora: Porto Editora

Páginas: 336

Emprestado (Linda menina)

 

O COVID-19 tem tido consequências devastadoras! Uma delas o teletrabalho e, como dano colateral, arruinou o meu ritmo de leitura. Tenho lido pouco, muito pouco. Tenho vindo aqui pouco, muito pouco. No entanto, sabem o que é que se manteve inalterável? A vontade de comprar livros. Eis a questão que se impõe: serei eu uma amante de livros ou uma compradora de livros?

O último que li, em ritmo arrastado, quase disicplinadamente, foi este A minha avó pede desculpa, de fredrik Backman, autor de Britt- Marie esteve aqui. 

Não sei se foi do momento que vivemos, de alguma falta de disponbilidade mental, mas o livro não foi para mim um AHHHHHHH, não foi não. É um livro bonito, ternurento - como não, se fala da relação de uma menina de sete, quase oito, anos e da sua relçaõ com uma avó muito especial e um bocadinho doida. Mas, em certos momentos, o autor perde-se, a narrativa é errática e, sinceramente, há ali pormenores que menos tinha sido mais. Ainda assim, não deixei de ler. Como curiosidade, a personagem de Britt-Marie entra neste livro já com alguns dos seu tiques. 

Este é um romance de estreia e nota-se que a experiência aguça os talentos, porque o terceiro livro de Backman é muito mais consistente.

Agora o que tenho para vos dizer é que, mesmo assim, recomendo a leitura do livro. É bonito, a história tem algumas curiosidades que valem a pena. Não é aborrecido. Éticamente, a mensagem é enriquecedora. Agora falta-lhe a força literária que eu gosto de sentir nos livros. O fascínio da escrita, o vigor das frases, a surpresa, o deslumbre, a admiração perante um talento que eu invejo e que lamento não cultivar mais.

Leiam, ler nunca fez a ninguém... ou será que depende do que se lê? Vamos a ver o Dom Quixote...

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